13 de janeiro de 2010
12 de janeiro de 2010
Sexualidade debatida dentro da escola
Algumas atividades que auxiliam , é uma forma lúdica de abordar o tema, sexualidade.
http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/199759/?noticia=SEXUALIDADE+DEBATIDA+DENTRO+DA+ESCOLA
Sexualidade debatida dentro da escola
Joyce Carvalho
Dúvidas de meninos e meninas podem ser esclarecidas.
Sexualidade não pode ser tratada apenas como sexo. É um conjunto de sentimentos e relacionamentos, estabelecido desde que a pessoa nasce. Sexualidade nada mais é do que conhecer a si próprio. Dependendo da idade, ela deve ser encarada de diferentes formas, mas não pode ser esquecida ou negligenciada. Situações do cotidiano e orientações sutis podem estimular a discussão sobre o assunto, especialmente com as crianças. Ninguém pode esquecer de incluí-las nesta discussão.
Tudo começa com perguntas sobre a nossa existência. Depois, vêm tantos outros questionamentos. As discussões sobre como se relacionar com o mundo e com os outros começam logo cedo. Um exemplo é a história dos meninos não poderem brincar com as meninas. “Brinco mais com as meninas. Os meninos correm atrás da gente”, afirma Helena, de 5 anos, aluna do ensino infantil do Colégio Marista Santa Maria. “Meninos às vezes brincam com as meninas. Brinco com os meus amigos de polícia e ladrão. Mas as meninas também podem participar”, diz João Lourenço, de 6 anos, aluno da mesma escola.
Dentro da programação do colégio com as crianças do ensino infantil, estão alguns objetivos, como expressar, distinguir e saber o significado dos sentimentos, necessidades, preferências e idéias, com a intenção de desenvolver o auto conhecimento e a auto-estima; saber relacionar-se com outras pessoas; e experimentar papéis no faz-de-conta para ampliar o convívio social. Todos esses itens são muito importantes na formação da criança, segundo Danielle Barriquello, assessora pedagógica do Colégio Marista Santa Maria.
A sexualidade é um dos temas transversais do sistema educacional, e que pode ser abordado de diversas formas, em diferentes momentos. Helena, João Lourenço e seus colegas também aprenderam sobre o corpo humano, por meio de atividades lúdicas. Em uma delas, eles desenharam os corpos de uma menina e de um menino. “Cada um desenhou uma parte”, explica João Lourenço. Os desenhos ficaram expostos na sala de aula.
Danielle afirma que as perguntas das crianças sempre vão existir. Tudo depende da maneira como se escuta o questionamento. “Na sexualidade, estamos lidando com a questão dos gêneros, jogos, brincadeiras, escolhas, preconceitos, relações de poder. Cabe à família e à escola fazer com que este seja um assunto não velado. A sexualidade é algo além dos aparelhos reprodutores. É importante saber os nomes das partes do nosso corpo, mas também é importante o faz-de-conta, no qual se espelha o relacionamento em família e com outras pessoas”, comenta.
Para a diretora do Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação, Nara Luz Chierighini Salamunes, uma das maneiras de se tratar a sexualidade com crianças é aproveitar situações do cotidiano. Os pequenos sempre manifestam a curiosidade e a sexualidade é um tema de muita curiosidade. As crianças acabam levando suas dúvidas para dentro da escola. “Não existe uma disciplina de educação sexual nos primeiros anos. Mas sempre se aborda a história do papel da mulher na sociedade, as diferenças físicas entre homens e mulheres, doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo. Hoje em dia, não se pode esperar a adolescência para discutir natalidade”, esclarece. Quando se fala de sexualidade, também se aprende sobre as responsabilidades, opções e direitos que todos têm diante do seu corpo.
Pais e professores têm papel muito importante
Marilza Regazzo: “Uma explicação deve ser dada com leveza”.
Quando os pais ou professores falarem sobre sexualidade com as crianças, eles devem se despir de qualquer tipo de valor ou preconceito. A assessora pedagógica Danielle Barriquel-lo, do Colégio Santa Maria, acredita que, apesar da sexualidade ser um tema transversal, também deve ser planejado pela escola. Aí entra a preparação dos educadores e dos pais, o que é essencial. De acordo com ela, só consegue trabalhar a sexualidade com crianças quem não tem “amarras”. Não se pode tratar o assunto com a mesma mente de um adulto. “As pessoas devem parar de encarar a sexualidade apenas como sexo. É um campo vasto de relações”, argumenta Danielle. Os professores do colégio passaram por capacitação nesta área para lidar com o assunto diante dos alunos.
Nara Luz Chierighini Salamunes, da Secretaria Municipal de Educação, acredita que a sexualidade deve ser tratada de maneira aberta, sem preconceitos de qualquer ordem. A mesma opinião é compartilhada pela psicopedagoga Marilza Regazzo Grabarski. “Você não vai dar todas as explicações técnicas para uma criança. Vai abaixar na altura dela, dar uma explicação de leve. Nem os pais nem os professores podem dar suas opiniões sobre o assunto. Mas as escolas só devem passar as informações. A formação final é da família. Infelizmente, a família está delegando essa função somente para a escola, que não dá conta”, avalia.
Não existe um tempo propício para iniciar as discussões sobre a sexualidade, segundo Mari Angela Calderari Oliveira, diretora da Clínica de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). “Não existe um marco delimitado para isso. Se existe um diálogo aberto, a sexualidade deve ser tratada da mesma forma. Tudo é preciso ser pautado pelo bom senso. Responder de uma forma compreensível, sem se estender em termos técnicos. Mas sempre tem que dizer a verdade, sem juízo de valor. Lidar com a sexualidade é necessário”, classifica.
Para Júlia Valéria Cordellini, coordenadora do Programa do Adolescente da Secretaria Municipal de Saúde, a escola é um dos espaços ideais para a discussão da sexualidade, pois trabalha a formação curricular e humana. “A escola não pode fugir deste papel. Ela não pode somente transmitir conhecimento. Na infância, é preciso usar muito o lado lúdico”, declara.
Além da questão dos relacionamentos, a educação sexual na infância também é importante por causa de uma triste estatística: a violência sexual contra crianças. “A criança, às vezes, é educada só para obedecer e deixa abusar. É preciso ensinar sobre como se relacionar com o próprio corpo, justamente para evitar uma violência sexual”, ensina Júlia.
Interação e simplicidade nos esclarecimentos
Maria: “Muitas perguntas”.
No Colégio Marista Santa Maria, a sexualidade é tratada no Ensino Infantil com o trabalho de conhecimento de si próprio e do outro. Dentro deste tema, são abordados assuntos ligados à sexualidade. Nos primeiros quatro anos do Ensino Fundamental (1.ª a 4.ª série), são elaborados objetivos a serem alcançados durante o ano letivo e, entre eles, estão as discussões sobre a sexualidade, segundo a assessora pedagógica da escola, Danielle Barriquello. “Realizamos assembléias, indicamos literatura e instituímos a caixa de perguntas, na qual os alunos podem deixar seus questionamentos, que serão respondidos pelas professoras. A partir do momento que se traz a discussão, se aprimora a relação da criança com ela mesma, com a família e com os pais”, fala.
A aluna Maria Fernanda, de 9 anos, que estuda na 3.ª série do Ensino Fundamental do Colégio Santa Maria, conta que ela e seus colegas de classe assistiram a um vídeo que tratava sobre a sexualidade, em uma linguagem simples de ser compreendida. Após a sessão, os alunos colocaram suas dúvidas na caixinha de perguntas. Os questionamentos foram trabalhados pela professora. “Tinha perguntas sobre vários assuntos, como por exemplo, de onde vem o espermatozóide e quantos meses demorava para formar um bebê. Quando perguntavam para a gente, eram sempre as mesmas pessoas que diziam. A maioria não quis responder ou não sabia”, afirma.
Rafael: “Várias assembléias”
A segregação entre meninos e meninas ainda aparece nesta faixa etária, mas com menor intensidade. Se João Lourenço, de 6 anos, disse que somente os garotos brincavam de polícia e ladrão, a situação é diferente quando se tornam mais velhos. “Meninos e meninas podem brincar juntos. Tanto faz brincar juntos ou não. A minha sala inteira brinca de polícia e ladrão. Os meninos são os bandidos e as meninas são a polícia”, conta Maria Fernanda.
Para o aluno Rafael, de 10 anos, também da 3.ª série do Ensino Fundamental da mesma escola, os meninos podem conviver pacificamente com as meninas. Mas faz um ressalva: nos momentos de esporte, meninas só jogam caçador e os meninos só querem saber de futebol. Se não quer participar da partida de futebol, não resta outra alternativa a não ser ficar com as garotas.
Rafael comenta que vários tipos de discussões entram nas assembléias promovidas dentro da sala de aula. Um dos assuntos que aparecem é justamente a sexualidade. “Ainda usamos a caixinha de perguntas e participamos da assembléia”, explica. Um dos temas que entram nessa discussão é chamar outros meninos de bicha ou gay, mesmo os garotos argumentando que não usam os termos para ofender. Mas o assunto está presente e precisa ser discutido. Afinal, sexualidade trata das relações e sentimentos de qualquer ser humano.
http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/199759/?noticia=SEXUALIDADE+DEBATIDA+DENTRO+DA+ESCOLA
Sexualidade debatida dentro da escola
Joyce Carvalho
Dúvidas de meninos e meninas podem ser esclarecidas.
Sexualidade não pode ser tratada apenas como sexo. É um conjunto de sentimentos e relacionamentos, estabelecido desde que a pessoa nasce. Sexualidade nada mais é do que conhecer a si próprio. Dependendo da idade, ela deve ser encarada de diferentes formas, mas não pode ser esquecida ou negligenciada. Situações do cotidiano e orientações sutis podem estimular a discussão sobre o assunto, especialmente com as crianças. Ninguém pode esquecer de incluí-las nesta discussão.
Tudo começa com perguntas sobre a nossa existência. Depois, vêm tantos outros questionamentos. As discussões sobre como se relacionar com o mundo e com os outros começam logo cedo. Um exemplo é a história dos meninos não poderem brincar com as meninas. “Brinco mais com as meninas. Os meninos correm atrás da gente”, afirma Helena, de 5 anos, aluna do ensino infantil do Colégio Marista Santa Maria. “Meninos às vezes brincam com as meninas. Brinco com os meus amigos de polícia e ladrão. Mas as meninas também podem participar”, diz João Lourenço, de 6 anos, aluno da mesma escola.
Dentro da programação do colégio com as crianças do ensino infantil, estão alguns objetivos, como expressar, distinguir e saber o significado dos sentimentos, necessidades, preferências e idéias, com a intenção de desenvolver o auto conhecimento e a auto-estima; saber relacionar-se com outras pessoas; e experimentar papéis no faz-de-conta para ampliar o convívio social. Todos esses itens são muito importantes na formação da criança, segundo Danielle Barriquello, assessora pedagógica do Colégio Marista Santa Maria.
A sexualidade é um dos temas transversais do sistema educacional, e que pode ser abordado de diversas formas, em diferentes momentos. Helena, João Lourenço e seus colegas também aprenderam sobre o corpo humano, por meio de atividades lúdicas. Em uma delas, eles desenharam os corpos de uma menina e de um menino. “Cada um desenhou uma parte”, explica João Lourenço. Os desenhos ficaram expostos na sala de aula.
Danielle afirma que as perguntas das crianças sempre vão existir. Tudo depende da maneira como se escuta o questionamento. “Na sexualidade, estamos lidando com a questão dos gêneros, jogos, brincadeiras, escolhas, preconceitos, relações de poder. Cabe à família e à escola fazer com que este seja um assunto não velado. A sexualidade é algo além dos aparelhos reprodutores. É importante saber os nomes das partes do nosso corpo, mas também é importante o faz-de-conta, no qual se espelha o relacionamento em família e com outras pessoas”, comenta.
Para a diretora do Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação, Nara Luz Chierighini Salamunes, uma das maneiras de se tratar a sexualidade com crianças é aproveitar situações do cotidiano. Os pequenos sempre manifestam a curiosidade e a sexualidade é um tema de muita curiosidade. As crianças acabam levando suas dúvidas para dentro da escola. “Não existe uma disciplina de educação sexual nos primeiros anos. Mas sempre se aborda a história do papel da mulher na sociedade, as diferenças físicas entre homens e mulheres, doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo. Hoje em dia, não se pode esperar a adolescência para discutir natalidade”, esclarece. Quando se fala de sexualidade, também se aprende sobre as responsabilidades, opções e direitos que todos têm diante do seu corpo.
Pais e professores têm papel muito importante
Marilza Regazzo: “Uma explicação deve ser dada com leveza”.
Quando os pais ou professores falarem sobre sexualidade com as crianças, eles devem se despir de qualquer tipo de valor ou preconceito. A assessora pedagógica Danielle Barriquel-lo, do Colégio Santa Maria, acredita que, apesar da sexualidade ser um tema transversal, também deve ser planejado pela escola. Aí entra a preparação dos educadores e dos pais, o que é essencial. De acordo com ela, só consegue trabalhar a sexualidade com crianças quem não tem “amarras”. Não se pode tratar o assunto com a mesma mente de um adulto. “As pessoas devem parar de encarar a sexualidade apenas como sexo. É um campo vasto de relações”, argumenta Danielle. Os professores do colégio passaram por capacitação nesta área para lidar com o assunto diante dos alunos.
Nara Luz Chierighini Salamunes, da Secretaria Municipal de Educação, acredita que a sexualidade deve ser tratada de maneira aberta, sem preconceitos de qualquer ordem. A mesma opinião é compartilhada pela psicopedagoga Marilza Regazzo Grabarski. “Você não vai dar todas as explicações técnicas para uma criança. Vai abaixar na altura dela, dar uma explicação de leve. Nem os pais nem os professores podem dar suas opiniões sobre o assunto. Mas as escolas só devem passar as informações. A formação final é da família. Infelizmente, a família está delegando essa função somente para a escola, que não dá conta”, avalia.
Não existe um tempo propício para iniciar as discussões sobre a sexualidade, segundo Mari Angela Calderari Oliveira, diretora da Clínica de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). “Não existe um marco delimitado para isso. Se existe um diálogo aberto, a sexualidade deve ser tratada da mesma forma. Tudo é preciso ser pautado pelo bom senso. Responder de uma forma compreensível, sem se estender em termos técnicos. Mas sempre tem que dizer a verdade, sem juízo de valor. Lidar com a sexualidade é necessário”, classifica.
Para Júlia Valéria Cordellini, coordenadora do Programa do Adolescente da Secretaria Municipal de Saúde, a escola é um dos espaços ideais para a discussão da sexualidade, pois trabalha a formação curricular e humana. “A escola não pode fugir deste papel. Ela não pode somente transmitir conhecimento. Na infância, é preciso usar muito o lado lúdico”, declara.
Além da questão dos relacionamentos, a educação sexual na infância também é importante por causa de uma triste estatística: a violência sexual contra crianças. “A criança, às vezes, é educada só para obedecer e deixa abusar. É preciso ensinar sobre como se relacionar com o próprio corpo, justamente para evitar uma violência sexual”, ensina Júlia.
Interação e simplicidade nos esclarecimentos
Maria: “Muitas perguntas”.
No Colégio Marista Santa Maria, a sexualidade é tratada no Ensino Infantil com o trabalho de conhecimento de si próprio e do outro. Dentro deste tema, são abordados assuntos ligados à sexualidade. Nos primeiros quatro anos do Ensino Fundamental (1.ª a 4.ª série), são elaborados objetivos a serem alcançados durante o ano letivo e, entre eles, estão as discussões sobre a sexualidade, segundo a assessora pedagógica da escola, Danielle Barriquello. “Realizamos assembléias, indicamos literatura e instituímos a caixa de perguntas, na qual os alunos podem deixar seus questionamentos, que serão respondidos pelas professoras. A partir do momento que se traz a discussão, se aprimora a relação da criança com ela mesma, com a família e com os pais”, fala.
A aluna Maria Fernanda, de 9 anos, que estuda na 3.ª série do Ensino Fundamental do Colégio Santa Maria, conta que ela e seus colegas de classe assistiram a um vídeo que tratava sobre a sexualidade, em uma linguagem simples de ser compreendida. Após a sessão, os alunos colocaram suas dúvidas na caixinha de perguntas. Os questionamentos foram trabalhados pela professora. “Tinha perguntas sobre vários assuntos, como por exemplo, de onde vem o espermatozóide e quantos meses demorava para formar um bebê. Quando perguntavam para a gente, eram sempre as mesmas pessoas que diziam. A maioria não quis responder ou não sabia”, afirma.
Rafael: “Várias assembléias”
A segregação entre meninos e meninas ainda aparece nesta faixa etária, mas com menor intensidade. Se João Lourenço, de 6 anos, disse que somente os garotos brincavam de polícia e ladrão, a situação é diferente quando se tornam mais velhos. “Meninos e meninas podem brincar juntos. Tanto faz brincar juntos ou não. A minha sala inteira brinca de polícia e ladrão. Os meninos são os bandidos e as meninas são a polícia”, conta Maria Fernanda.
Para o aluno Rafael, de 10 anos, também da 3.ª série do Ensino Fundamental da mesma escola, os meninos podem conviver pacificamente com as meninas. Mas faz um ressalva: nos momentos de esporte, meninas só jogam caçador e os meninos só querem saber de futebol. Se não quer participar da partida de futebol, não resta outra alternativa a não ser ficar com as garotas.
Rafael comenta que vários tipos de discussões entram nas assembléias promovidas dentro da sala de aula. Um dos assuntos que aparecem é justamente a sexualidade. “Ainda usamos a caixinha de perguntas e participamos da assembléia”, explica. Um dos temas que entram nessa discussão é chamar outros meninos de bicha ou gay, mesmo os garotos argumentando que não usam os termos para ofender. Mas o assunto está presente e precisa ser discutido. Afinal, sexualidade trata das relações e sentimentos de qualquer ser humano.
4 de janeiro de 2010
27 de outubro de 2009
momento de reflexão
http://www.youtube.com/watch?v=lGioI6CQM3E&feature=related
Mãos...
Há mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e mãos que ampliam.
Mãos que denunciam e mãos que escondem
os denunciados.
Mãos que se abrem e mãos que se fecham.
Há mãos que afagam e mãos que agridem.
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Mãos que batem e mãos que recebem
as pancadas por outros.
Há mãos que apontam e guiam
e mãos que desciam.
Mãos que são temidas e mãos que são
desejadas e queridas.
Mãos que dão com arrogância
e mãos que se escondem ao dar.
Mãos que escandalizam e mãos que
apagam os escândalos.
Mãos puras e mãos que carregam censuras.
Há mãos que escrevem para promover
e mãos que escrevem para ferir.
Mãos que pesam e mãos que aliviam.
Mãos que operam e que curam e
mãos que "amarguram".
Há mãos que se apertam por amizade
e mãos que se empurram por ódio.
Mãos furtivas que traficam destruição
e mãos amigas que desviam da ruína.
Mãos finas que promovem dor e
mãos rudes que espalham amor.
Há mãos que se levantam pela verdade
e mãos que encarnam a falsidade.
Mãos que oram e imploram
e mãos que "devoram".
Onde está a diferença?
Não está nas mãos, mas no coração.
É na mente transformada que dirige
a mão santificada, delicada.
É a mente agradecida que transforma
as mãos em instrumentos de graça.
Mãos que se levantam para abençoar,
Mãos que baixam para levantar o caído.
Mãos que se estendem para amparar o cansado.
São como as mãos de Deus que criam, que guiam,
que salvam; que nunca faltam.
Existem mãos... e mãos...
As tuas, quais são?
De quem são?
Para que são?
(autor desconhecido)
COMO SER FELIZ!!!
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
Onde estão seus móveis? - perguntou o turista. E o sábio, bem depressa, perguntou também: E onde estão os seus...? Os meus?! - surpreendeu-se o turista - mas eu estou aqui só de passagem! Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser feliz."
"O VALOR DAS COISAS NÃO ESTÁ NO TEMPO EM QUE ELAS DURAM, MAS NA INTENSIDADE COM QUE ACONTECEM. POR ISSO EXISTEM MOMENTOS INESQUECÍVEIS, COISAS INEXPLICÁVEIS E PESSOAS INCOMPARÁVEIS."
Persistência
O Bambu Chinês
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos – exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros".
Covey escreveu: "Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês."
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e as vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o "quinto ano" chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos
trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...
Autor desconhecido
Por detrás do balcão
O homem por detrás do balcão, olhava a rua de forma distraída, enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu, brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis:
"É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito?"
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: "Quanto dinheiro você tem?"
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e, feliz, disse: "Isto dá, não dá?" Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
"Sabe", continuou, "eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela."
O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
"Tome!" disse para a garota. "Leve com cuidado."
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
"Este colar foi comprado aqui?"
"Sim senhora."
"E quanto custou?"
"Ah!" falou o dono da loja "o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês."
"Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele."
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem: "Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha!"
O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada...
Mãos...
Há mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e mãos que ampliam.
Mãos que denunciam e mãos que escondem
os denunciados.
Mãos que se abrem e mãos que se fecham.
Há mãos que afagam e mãos que agridem.
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Mãos que batem e mãos que recebem
as pancadas por outros.
Há mãos que apontam e guiam
e mãos que desciam.
Mãos que são temidas e mãos que são
desejadas e queridas.
Mãos que dão com arrogância
e mãos que se escondem ao dar.
Mãos que escandalizam e mãos que
apagam os escândalos.
Mãos puras e mãos que carregam censuras.
Há mãos que escrevem para promover
e mãos que escrevem para ferir.
Mãos que pesam e mãos que aliviam.
Mãos que operam e que curam e
mãos que "amarguram".
Há mãos que se apertam por amizade
e mãos que se empurram por ódio.
Mãos furtivas que traficam destruição
e mãos amigas que desviam da ruína.
Mãos finas que promovem dor e
mãos rudes que espalham amor.
Há mãos que se levantam pela verdade
e mãos que encarnam a falsidade.
Mãos que oram e imploram
e mãos que "devoram".
Onde está a diferença?
Não está nas mãos, mas no coração.
É na mente transformada que dirige
a mão santificada, delicada.
É a mente agradecida que transforma
as mãos em instrumentos de graça.
Mãos que se levantam para abençoar,
Mãos que baixam para levantar o caído.
Mãos que se estendem para amparar o cansado.
São como as mãos de Deus que criam, que guiam,
que salvam; que nunca faltam.
Existem mãos... e mãos...
As tuas, quais são?
De quem são?
Para que são?
(autor desconhecido)
COMO SER FELIZ!!!
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
Onde estão seus móveis? - perguntou o turista. E o sábio, bem depressa, perguntou também: E onde estão os seus...? Os meus?! - surpreendeu-se o turista - mas eu estou aqui só de passagem! Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser feliz."
"O VALOR DAS COISAS NÃO ESTÁ NO TEMPO EM QUE ELAS DURAM, MAS NA INTENSIDADE COM QUE ACONTECEM. POR ISSO EXISTEM MOMENTOS INESQUECÍVEIS, COISAS INEXPLICÁVEIS E PESSOAS INCOMPARÁVEIS."
Persistência
O Bambu Chinês
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos – exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros".
Covey escreveu: "Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês."
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e as vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o "quinto ano" chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos
trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...
Autor desconhecido
Por detrás do balcão
O homem por detrás do balcão, olhava a rua de forma distraída, enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu, brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis:
"É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito?"
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: "Quanto dinheiro você tem?"
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e, feliz, disse: "Isto dá, não dá?" Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
"Sabe", continuou, "eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela."
O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
"Tome!" disse para a garota. "Leve com cuidado."
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
"Este colar foi comprado aqui?"
"Sim senhora."
"E quanto custou?"
"Ah!" falou o dono da loja "o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês."
"Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele."
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem: "Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha!"
O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada...
25 de outubro de 2009
resenhas de livros infantis e links para leitura e baixar livros infantis
Por que? Por que? Por que?
Carly Falcão
cfalcao@jc.com.br
O livro reúne 28 artigos retirados da Revista Ciência Hoje das Crianças
Por que soltamos pum? Por que alguns animais comem pedra? Por que o biscoito amolece? Por que a água do mar é salgada? Por que piscamos? Por que temos meleca? Chega um momento em que as dúvidas sobre os segredos do mundo já não podem mais ser apenas respondidas pelos nossos pais.
Simplesmente não nos contentamos. Queremos saber por que o sapo canta para atrair a fêmea e ainda por que existem espertinhos na espécie que se aproveitam do canto de outros sapinhos para conquistar suas próprias parceiras.
Queremos entender por que as lagartixas podem perder o rabo para sobreviver, mas saber também por que isso só acontece algumas vezes. E se não ganhamos verrugas por apontar estrelas no céu, por que então elas aparecem?
São nessas horas que produções como "O livro dos porquês" aparecem como verdadeiros presentes caídos do céu tanto para os papais e mamães quanto para os pequenos. Nele estão reunidos 28 artigos retirados da Revista Ciência Hoje das Crianças.
Cada um possui ilustrações coloridas e criativas feitas pelo cartunista Rodrigo Rosa. Os textos trazem informações de gente grande traduzidas na linguagem das criançada. São curtos e irreverentes e servem para toda a família.
Serviço
O livro dos porquês
Autora: Émile Jadoul
Editora: Companhia das Letrinhas
Número de páginas: 64
A História do Brasil... Em quadrinhos
Thais Ferreira
Especial para o JC Online
D. João VI aparece nos desenhos de Spacca sempre com uma expressão de boa-praça
Foto: Divulgação D. João VI, príncipe regente de Portugal, era... Carioca? Calma, eu explico. D. João Carioca: a corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821) é o título da obra que nos conta sobre este nobre que aqui chegou há exatos duzentos anos.
A chegada da coroa portuguesa à terra brasilis é contada em uma grande história em quadrinhos. Podemos ver os personagens em ação e até o que pensam e dizem. É como se o leitor fosse testemunha do passado.
As paisagens exuberantes do Brasil, o colorido... Tudo é mostrado como se saísse diretamente das páginas, envolvendo o leitor nesta viagem aos tempos do Império. Uma forma divertida de aprender História. O responsável pela HQ foi o desenhista Spacca. A historiadora Lilia Scharcz realizou a pesquisa.
A aventura começa em 1807, quando o imperador francês Napoleão, ameaça invadir Portugal. Temendo perder o seu reinado, D. João é aconselhado a partir, com toda a famíla real e todo seu governo para o Brasil, na época uma colônia americana de Portugal.
D. João VI aparece nos desenhos de Spacca sempre com uma expressão de boa-praça, o que nos faz sentir uma grande vontade de conhecê-lo cada vez mais. Vossa Alteza Real se adaptou tanto ao nosso clima, à comida e ao nosso povo, se transfoou em um típico brasileiro, um “João Carioca”.
A importância de D. João em nosso País vai bem além da fama de boa vida e bonachão. Pois saibam que ele também fundou jornais e criou instituições como o Banco do Brasil e o Jardim Botânico. Estimulou as artes e trouxe vários artistas europeus, que fundaram a primeira escola de belas-artes do país. Na prática, sob seu governo, o Brasil deixou de ser colônia e se tornou Reino de Portugal.
Nas páginas finais do livro, Spacca mostra como foi o processo de transformação dos personagens históricos para a HQ. Parece um caderno, de tantas anotações e esboços que aparecem. Você vai se surpreender quando descobrir em quem ele se inspirou para desenhar a Carlota Joaquina, por exemplo... Ah, mais uma dica: após a leitura, dê uma segunda olhada em sua capa e tente descobrir que é quem no desenho...
No final das contas, D. João Carioca é uma bela aula de História do Brasil. Você vai aprender mais sobre o nosso passado e ainda se divertir ao mesmo tempo. Está esperando o quê para conferir?
Serviço
D. João Carioca: a corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821)
De Lilia Moritz Schwarcz e Spacca
Editora: Cia das Letras
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 90
http://jc.uol.com.br/canal/jc-kids/leitura/noticia/2009/07/01/por-que-por-que-por-que-192203.php
links para leitura de livros infantis:
O menino maluquinho
http://www.meninomaluquinho.com.br/Online/default.asp
O JARDIM OZOM
Paulo Afonso Tchê
A história de um menino que se planta num jardim através de uma simbiose e ele o jardim se iluminam em uma fotossíntese.
http://virtualbooks.terra.com.br/livros_online/ozom/oz_ini.htm
O Suave Milagre
Eça de Queirós
VirtualBooks
Formato: e-book / PDF
Código: Infa2000033
© VirtualBooks 2000
Idioma: Português
Disponibilidade: Grátis para você para baixar agora!
Software Grátis requerido: Adobe Acrobat Reader
http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/infantis/o_suave_milagre.htm
Harry Potter
Os livros de Harry Potter são uma série de romances fantásticos criados pela escritora britânica J. K. Rowling. Desde o lançamento do primeiro volume, Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997, os livros ganharam grande popularidade e sucesso comercial no mundo todo, e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.
Os sete livros publicados até agora venderam aproximadamente 900 milhões de exemplares em todo o mundo e foram traduzidos em mais de 63 idiomas.
Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. Os livros são publicados pela Editora Rocco no Brasil e pela Editorial Presença em Portugal.
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Baixar também: Harry Potter e as Relíquias da Morte
Download Livro – Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Jogo Harry Potter And The Order Of The Phoenix
Download Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009)
Download Harry Potter e o Enigma do Príncipe – Legendado
Coleção Resident Evil – 6 Livros
Download 18 livros – Paulo Coelho
Download Livros O Senhor dos Anéis – RPG
Download livros de engenharia mecânica e metalúrgica
Download Coletânea Paulo Coelho 18 Livros
http://www.linkagratis.net/download-colecao-de-livros-harry-potter/
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16090
Cancioneiro- Fernando Pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2199
Mensagem -Fernando pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=15726
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=24206
15.Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16740
16.Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16113
Carly Falcão
cfalcao@jc.com.br
O livro reúne 28 artigos retirados da Revista Ciência Hoje das Crianças
Por que soltamos pum? Por que alguns animais comem pedra? Por que o biscoito amolece? Por que a água do mar é salgada? Por que piscamos? Por que temos meleca? Chega um momento em que as dúvidas sobre os segredos do mundo já não podem mais ser apenas respondidas pelos nossos pais.
Simplesmente não nos contentamos. Queremos saber por que o sapo canta para atrair a fêmea e ainda por que existem espertinhos na espécie que se aproveitam do canto de outros sapinhos para conquistar suas próprias parceiras.
Queremos entender por que as lagartixas podem perder o rabo para sobreviver, mas saber também por que isso só acontece algumas vezes. E se não ganhamos verrugas por apontar estrelas no céu, por que então elas aparecem?
São nessas horas que produções como "O livro dos porquês" aparecem como verdadeiros presentes caídos do céu tanto para os papais e mamães quanto para os pequenos. Nele estão reunidos 28 artigos retirados da Revista Ciência Hoje das Crianças.
Cada um possui ilustrações coloridas e criativas feitas pelo cartunista Rodrigo Rosa. Os textos trazem informações de gente grande traduzidas na linguagem das criançada. São curtos e irreverentes e servem para toda a família.
Serviço
O livro dos porquês
Autora: Émile Jadoul
Editora: Companhia das Letrinhas
Número de páginas: 64
A História do Brasil... Em quadrinhos
Thais Ferreira
Especial para o JC Online
D. João VI aparece nos desenhos de Spacca sempre com uma expressão de boa-praça
Foto: Divulgação D. João VI, príncipe regente de Portugal, era... Carioca? Calma, eu explico. D. João Carioca: a corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821) é o título da obra que nos conta sobre este nobre que aqui chegou há exatos duzentos anos.
A chegada da coroa portuguesa à terra brasilis é contada em uma grande história em quadrinhos. Podemos ver os personagens em ação e até o que pensam e dizem. É como se o leitor fosse testemunha do passado.
As paisagens exuberantes do Brasil, o colorido... Tudo é mostrado como se saísse diretamente das páginas, envolvendo o leitor nesta viagem aos tempos do Império. Uma forma divertida de aprender História. O responsável pela HQ foi o desenhista Spacca. A historiadora Lilia Scharcz realizou a pesquisa.
A aventura começa em 1807, quando o imperador francês Napoleão, ameaça invadir Portugal. Temendo perder o seu reinado, D. João é aconselhado a partir, com toda a famíla real e todo seu governo para o Brasil, na época uma colônia americana de Portugal.
D. João VI aparece nos desenhos de Spacca sempre com uma expressão de boa-praça, o que nos faz sentir uma grande vontade de conhecê-lo cada vez mais. Vossa Alteza Real se adaptou tanto ao nosso clima, à comida e ao nosso povo, se transfoou em um típico brasileiro, um “João Carioca”.
A importância de D. João em nosso País vai bem além da fama de boa vida e bonachão. Pois saibam que ele também fundou jornais e criou instituições como o Banco do Brasil e o Jardim Botânico. Estimulou as artes e trouxe vários artistas europeus, que fundaram a primeira escola de belas-artes do país. Na prática, sob seu governo, o Brasil deixou de ser colônia e se tornou Reino de Portugal.
Nas páginas finais do livro, Spacca mostra como foi o processo de transformação dos personagens históricos para a HQ. Parece um caderno, de tantas anotações e esboços que aparecem. Você vai se surpreender quando descobrir em quem ele se inspirou para desenhar a Carlota Joaquina, por exemplo... Ah, mais uma dica: após a leitura, dê uma segunda olhada em sua capa e tente descobrir que é quem no desenho...
No final das contas, D. João Carioca é uma bela aula de História do Brasil. Você vai aprender mais sobre o nosso passado e ainda se divertir ao mesmo tempo. Está esperando o quê para conferir?
Serviço
D. João Carioca: a corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821)
De Lilia Moritz Schwarcz e Spacca
Editora: Cia das Letras
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 90
http://jc.uol.com.br/canal/jc-kids/leitura/noticia/2009/07/01/por-que-por-que-por-que-192203.php
links para leitura de livros infantis:
O menino maluquinho
http://www.meninomaluquinho.com.br/Online/default.asp
O JARDIM OZOM
Paulo Afonso Tchê
A história de um menino que se planta num jardim através de uma simbiose e ele o jardim se iluminam em uma fotossíntese.
http://virtualbooks.terra.com.br/livros_online/ozom/oz_ini.htm
O Suave Milagre
Eça de Queirós
VirtualBooks
Formato: e-book / PDF
Código: Infa2000033
© VirtualBooks 2000
Idioma: Português
Disponibilidade: Grátis para você para baixar agora!
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Harry Potter
Os livros de Harry Potter são uma série de romances fantásticos criados pela escritora britânica J. K. Rowling. Desde o lançamento do primeiro volume, Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997, os livros ganharam grande popularidade e sucesso comercial no mundo todo, e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.Os sete livros publicados até agora venderam aproximadamente 900 milhões de exemplares em todo o mundo e foram traduzidos em mais de 63 idiomas.
Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. Os livros são publicados pela Editora Rocco no Brasil e pela Editorial Presença em Portugal.
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Coleção Resident Evil – 6 Livros
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Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
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Cancioneiro- Fernando Pessoa
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Mensagem -Fernando pessoa
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O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
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15.Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
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16.Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
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