2 de abril de 2016

Crônicas com o Ler e escrever

Lendo uma crônica para contextualizar o estudo Nome:______________________________data:___________
 1. A crônica apresentada a seguir foi escrita por Carlos Eduardo Novaes. Você conhece esse Autor?
 E uma crônica, você já leu?
2. O livro de onde foi retirada a crônica que você lerá intitula-se “A cadeira do dentista e outras crônicas”. Em sua opinião, esse título combina com crônicas? Por quê?
3. Agora, imagine: do que tratará uma crônica chamada " O marreco que pagou o pato"?
4. Converse com o seu Professor sobre cada uma das questões apresentadas.
5. Agora, leia a crônica apresentada a seguir.

O marreco que pagou o pato      



6. Você deve ter conversado com seu professor e colegas que a crônica sempre toma um fato do cotidiano para poder fazer uma crítica - ainda que com muito humor - de algo que atinge todas as pessoas. Pensando nisso, responda:
 a) Que aspectos dessa crônica a tornaram engraçada? ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________
 b) Você acha que a última afirmação do autor do texto é verdadeira? ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________
 Estudando maneiras de introduzir as falas dos personagens Nome:______________________________________data:______________ 
1. Releia o trecho apresentado a seguir.          
Leu atentamente um por um, devolveu-os e disse: "Agora deixe-me ver os documentos do marreco".          - O marreco não tem documentos - respondeu o gerente.        - Nenhum? Nem título de eleitor? Certificado de reservista? Nada? Então eu acho que vou ter que prender o seu marreco.        
 - O senhor não pode fazer uma coisa dessas - ponderou o gerente. 
- Não há nenhuma lei que obrigue marrecos a ter documento.         
 - Não há? - desconfiou o fiscal.
 - Então espere um momentinho.         
 Foi ao telefone e ligou para o chefe da repartição: "Alô, chefe? Encontrei um marreco passeando pela rua sem documento". 
2. Compare com o trecho abaixo e responda: o que há de diferente nesse segundo trecho? 
Leu atentamente um por um, devolveu-os e pediu ao gerente para ver os documentos do marreco. o gerente avisou que o marreco não tinha documentos. O fiscal ficou surpreso e disse que, então, teria de prender o marreco. O dono do marreco ponderou que o animal não poderia ser preso, pois não havia nenhuma lei que obrigasse a ter documentos. Diante disso, o fiscal ligou para a repartição e explicou o caso ao chefe. 
3. Qual das maneiras de escrever você acha que dá a impressão de retratar com mais fidelidade as reações do falante diante da situação? qual maneira de contar a história deixou o leitor mais distante das reações da personagem? Explique. 
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Pra saber:
Significado de Pagar o pato. Significa fazer o papel de tolo, pagando por aquilo que não deve. 
Sobre o autor:
Carlos Eduardo de Agostini Novaes (Rio de Janeiro RJ 1940). Cronista, romancista, contista e dramaturgo. Filho do oficial da Marinha Attila Rodrigues Novaes e da dona-de-casa Efigenia de Agostini Novaes. Em 1958, muda-se para Salvador, onde permanece por dez anos. Nesse período cursa direito na Universidade Federal da Bahia e exerce variadas atividades profissionais, como agente rodoviário, e é também dono de dedetizadora e sócio de uma fábrica de sorvete. De volta ao Rio de Janeiro, em 1969, inicia a atividade de cronista no jornal Última Hora. Em 1972, trabalha no Jornal do Brasil - JB, criando prognósticos bem-humorados para a Loteria Esportiva e passando depois a cronista. Assim nasce seu primeiro livro, O Caos Nosso de Cada Dia, uma reunião de crônicas escritas para o JB, publicado em 1974. O trabalho nesse jornal se estende por 13 anos e dá origem à maior parte de seus livros. No teatro, além de atuar, escrever e dirigir várias peças, é presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais - Sbat e vice-presidente da Federação Internacional de Sociedades de Autores Dramáticos - Fedra. Seus livros abordam, entre outros, temas ligados à política brasileira, ao cotidiano urbano, à vida conjugal e ao universo adolescente, sempre de forma crítica e bem-humorada. É diretor da Casa do Riso, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, um teatro dedicado exclusivamente ao humor.


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