14 de maio de 2011

Teste

Muito bom o teste, eu consegui, veja vc!


Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.



35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!



Consegues encontrar 2 letras B abaixo? Não desistas senão o teu desejo não se realizará...




RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


RRRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


RRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR




Uma vez que encontrares os B






Encontra o 1




IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII



Uma vez o 1 encontrado.






Encontra o 6




9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999699999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999


9999999999999999999999999999999999





Uma vez o 6 encontrado .......






Encontra o N (É díficil!)



MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMNMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM


MMMMMMMMMMMMM



Uma vez o N encontrado...






Encontra o Q..



OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO





Pede 2 desejos!

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9 de maio de 2011

Filhos melhores para o mundo

Essa pergunta foi à vencedora em um congresso sobre vida sustentável.




“Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos.... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”

7 de maio de 2011

ISSO SIM É QUE É AMAR



Um homem bastante idoso procurou uma Clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso.


Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa e ele disse que precisava ir a um Asilo de Velhos tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá há bastante tempo ..


Sua mulher sofria do “Mal de Alzheimer” em estágio bastante avançado...


Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria preocupada pelo fato dele estar atrasado.


- “Não, disse ele. Ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece..”


Intrigado o médico lhe pergunta:


- “Mas se ela já nem sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?”


O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse:


- “É verdade... ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem QUEM ELA É”


Enquanto o velhinho saía apressado, o jovem médico emocionado pensava:


“Esta é a qualidade de Amor que eu gostaria para a minha vida”


O Amor não se reduz ao físico, ao romântico ...


O Amor verdadeiro é a aceitação


DE TUDO O QUE O OUTRO É ...


DE TUDO O QUE O OUTRO FOI ...


DO QUE SERÁ ...


DO QUE JÁ NÃO É ..






Espero que você também possa dar e receber, em profusão, deste Amor Maiúsculo!

6 de abril de 2011

Socialização e adaptação

Esta matéria da revista "Guia do Bebê " é bastante útil para professoras que atuam em creches e pré escolas, lembrando que os conceitos de cuidar educar são indissociáveis e este cuidar educar inicia-se desde o período de adaptação da criança e com o acolhimento da criança e da família.


Socialização e adaptação da criança na pré-escola

Nos dias de hoje, em que a mulher assume cada vez mais atividades fora do lar, é comum as crianças irem mais cedo para a escola.

Os pais diante do fato de que a mãe precisa recomeçar a trabalhar, podem optar por deixar seu filho em um Berçário (Pré-Escola), deixar com familiares ou contratar uma babá. A escolha deve ser feita com maturidade, pois podem surgir críticas e como os pais são os responsáveis pela criança devem estar seguros de sua decisão.

A opção sendo por uma escola, os pais e familiares podem fazer uma pesquisa no bairro em que moram por uma escola que se adapte suas as expectativas ex: ( porte da escola - pequena, média ou grande - número de alunos por sala, filosofia da escola, valor da mensalidade, etc), sempre é bom uma visita pelo espaço físico e uma conversa com a direção.

As escolas de Educação Infantil - Pré-Escola oferecem serviços do Berçário ao Pré ou seja crianças de 0 a 7 anos, divididos conforme faixa etária, ou seja:

Berçário - 0 a ± 1 e 3 meses *

Maternal - ± 1 e 3m a 3 anos *

Jardim I - 3 a 4 anos*

Jardim II - 4 a 5 anos*

Pré - 5 a 7 anos *( a divisão por faixa etária pode variar conforme a escola)

A adaptação da criança está na dependência da orientação da educadora, que deverá conhecer suas necessidades básicas, suas características evolutivas e ter informações quanto aos aspectos de saúde, higiêne e nutrição infantil (todas estas informações devem ser passadas pelos pais em entrevista prévia com a direção através de anamnese). Sendo assim, a socialização da criança desenvolve-se harmoniosamente adquirindo superioridade sob o ponto de vista da independência, confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.

As atividades programadas devem basear-se em suas necessidades e interesses; crianças são ávidas para explorar, experimentar, colecionar, perguntar, aprendem depressa e desejam exibir suas habilidades.

As atividades como percepção visual, percepção visomotora e coordenação motora, percepção auditiva, linguagem oral , percepções gustativas e olfativas, percepção tátil, Educação Artística e Educação Física integram o processo de aprendizagem da criança com o processo de socialização.

Caberá à pré-escola estimular e orientar a criança, considerando os estágios de seu desenvolvimento, aceitando-a e desafiando-a a pensar. O ambiente que estimule a atividade criadora da criança, além de contribuir para o seus desenvolvimento global, estará, certamente, favorecendo a aproximação da criança à realidade escolar.

Saliento que o desenvolvimento da criança deve ser acompanhada principalmente pelos pais pois a escola é apenas um suporte facilitador para todo o processo. Os pais também devem acompanhar a rotina da criança através da agenda escolar, onde a educadora anota recados para os pais ou comunica como foi o dia da criança.

A seguir algumas informações sobre o processo de adaptação no maternal:

1 - A decisão de colocar seu filho na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura;

2 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;

3 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo;

4 - Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação;

5 - O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;

6 - A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola;

7 - Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença;

8 - Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;

9 - Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.

10 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;

11 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;

12 - Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;

13 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que suportará melhor a nova situação;

14 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;

15 - Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola;

16 - Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.)

17 - É comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.

18 - Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o período estabelecido pela escola.

19 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno(manhã ou tarde).

No programa de adaptação a mãe pode ficar do 1o. ao 3o. dia 2hs junto no pátio e visível à entrada da sala de atividades. No 4o. dia a mãe pode se distanciar um pouco e observar de longe e no 5o. dia ausentar-se 1 hora após a entrada. Na 2a. semana o horário deverá ser normal sem a presença da mãe.

Existem crianças que já no primeiro dia se despedem da mãe e se integram com as outras crianças, neste caso não há necessidade do programa de adaptação.

Dúvidas de Adaptação no Berçário:

No Berçário é frequente o aparecimento de sentimentos de culpa, insegurança, ansiedade e ciúmes pelo "abandono" do filho na escola. Se você estiver deprimida por esse sentimento procure discuti-lo com a Psicóloga da escola.

A grosso modo, até os sete meses não há apresentação de problemas de adaptação, pois o bebê não distingue, visualmente, a sua mãe de outros adultos estranhos, sugere-se dois ou três dias para adaptação da mãe. A partir dos 8 meses verifica-se o "estranhar" (nível de maturação que permite ao bebê distinguir a diferença visual entre o conhecido e o desconhecido). Nessa época a adaptação pode ficar mais difícil e levar alguns dias. Comece deixando-o no berçário no 1o. dia por uma hora, fique por perto observando a rotina, o ambiente e vá aumentando o tempo de permanência da criança progressivamente no 2o., 3o. dia e assim por diante até a criança ficar o período normal sem a sua presença.

Em caso de dúvidas quanto ao comportamento de seu filho ou quanto às condutas adotadas pela escola, procure a direção que estará à sua disposição para esclarecê-lo e ajudá-la sempre que necessário

http://guiadobebe.uol.com.br/socializacao-e-adaptacao-da-crianca-na-pre-escola/


2 de abril de 2011

O Universo infantil

A revista Nova escola , sempre traz novidades e auxilia-nos nas pesquisas e no entendimento da aprendizagem e do ensino em geral. Compartilho com vocês esta série sobre o universo infantil.

Os primeiros anos de vida de uma criança são marcados por grandes transformações e descobertas. Aos poucos, os pequenos começam a entender o mundo em que vivem e aprendem a lidar consigo mesmos e com os outros. Para ajudar você a compreender melhor o universo infantil, preparamos esta série especial com sete reportagens e sete vídeos.
Boa leitura!

 

Criança e Adolescente

Desenvolvimento e aprendizagem

Edição 223
Junho 2009



O pensamento infantil sobre os fenômenos naturais

Entenda de que forma os pequenos criam teorias e explicam os fenômenos naturais até se aproximarem dos conhecimentos científicos

Thais Gurgel (novaescola@atleitor.com.br)


"Este é o planeta e as estrelas. E estas são estrelas também. E o astronauta." Yolanda


"Tem uma Lua ajuntada (cheia) que parece uma bola e tem uma outra que é sem ajuntada." Yolanda



"Sem ajuntada é quando ela tá sumindo. Quando ela tá ajuntada é quando é meia-noite." Julia



"Aí, não é. Quando tá meia-noite, a gente tá dormindo. Então a Lua não tá ajuntada." Yolanda



Revirando a memória, todos nós recordamos de ambientes, passagens e sensações da infância. Mas você saberia dizer como costumava explicar a alternância entre o Sol e a Lua no céu? A criança tem uma maneira muito peculiar de entender o mundo e, à medida que cresce, se desenvolve, tem acesso a novas informações e experiências e esquece seu antigo modo de pensar.



O professor de Educação Infantil, como muitos outros adultos, presencia e vive essa evolução. Conhecer a maneira como os pequenos formulam as primeiras explicações para a dinâmica dos astros  não é apenas reviver o frescor da visão sem as amarras dos primeiros anos de vida. Um educador que considera os processos por que passa a criança qualifica suas intervenções no contato diário com ela. Afinal, o que se quer é tornar cada vez mais sofisticada, coerente e ativa a forma de ela apreender a realidade.


Em rodas de conversa, é comum ouvir explicações curiosas sobre os fenômenos naturais, tais como: "O vento sopra o Sol para que ele não caia na Terra" e "A Lua segue o carro da gente pela estrada". Presente no cotidiano, a natureza está entre os primeiros aspectos sobre os quais os pequenos formulam teorias.



Um ponto importante para começar nessa aprendizagem é garantido já no primeiro ano de vida. O bebê adquire uma noção de abstração. Ele percebe que os elementos ao seu redor existem independentemente de os estar vendo - o conceito de permanência dos objetos.



Assim, ele passa a criar imagens mentais sobre as coisas - ele sabe que a mamadeira existe, por isso pode evocá-la mesmo quando não está em seu campo de visão. Com a aquisição da linguagem, a criança entra no território do simbólico: uma palavra, uma expressão corporal ou um desenho representam um objeto ou conceito e, com base na associação de alguns deles, cria-se uma ideia.



Com esses recursos, ela pensa sobre tudo o que vê, ouve e sente. Nesse contexto, entram em cena os famosos "por quês?". O fato, porém, é que os pequenos se põem muito mais questões do que expressam e as resolvem formulando teorias. Para isso, lançam mão de um repertório de informações e da observação dos fenômenos, relacionando-os de maneira muito particular. Uma característica desse processo é a de se colocarem como a figura central nas explicações - se eles estão dormindo e não podem ver o céu, a Lua não pode estar cheia (leia o diálogo acima). Esse princípio se liga à afetividade, que, segundo o francês Henri Wallon (1872-1962), é o que mais influencia a criança nas relações que estabelece entre as informações assimiladas. "É por isso que, quando ela pergunta 'por que fica de noite?', o adulto pode entender que ela está perguntando 'porque fica noite para mim?'", explica Heloysa Dantas, educadora estudiosa do pensamento de Wallon. "O adulto pode dar a explicação que achar conveniente, mas a que contentaria mais a criança em suas inquietações pessoais seria 'fica de noite para você poder dormir'."



Outras lógicas frequentes nas explicações infantis são o animismo e o artificialismo. Pela primeira, atribuem-se características e ações humanas aos mais diversos elementos da realidade ("O Sol vai dormir. Por isso, fica noite!"). De acordo com o segundo, entende-se que todos os fenômenos podem ser explicados por um processo de fabricação artesanal ("As montanhas se formam porque os homens colocam terra em cima"). Wallon define o pensamento infantil como sincrético, uma espécie de nuvem de elementos que vão se combinando para criar sentidos.

“Este é o céu de noite. Aqui, a borboleta está dormindo, pintada de preto, porque tá escuro. Este é o céu de dia, com a borboleta vermelha porque tá claro.” Giovanna



"Por que a fivelinha não sai voando?" Monique



"Ela não tem asa para voar." João



"Tudo o que a gente jogar vai cair no chão?" Monique



"Vai! Só passarinho que não." Giovanna



"E o que puxa as coisas para o chão?" Monique



"Ímã!" Giovanna



"Nesta parte da Terra está de noite porque os raios do Sol não tão batendo aqui. Eles tão batendo do outro lado do planeta, que vai girando ao redor do Sol. Quando anoitece, é o Sol que está escondido atrás das nuvens." Anita



Como se vê, a lógica científica não é o principal parâmetro da criança para esclarecer o funcionamento das coisas. "Ela relaciona o que lhe parece adequado, sem necessitar submeter a ideia a convenções preestabelecidas", afirma Heloysa. Sem se dar conta, os pequenos criam metáforas para explicar a realidade. "Daí a riqueza poética de sua forma de pensar. Entender o Sol e a Lua como namorados brigados que nunca ficam juntos segue o mesmo padrão de raciocínio apresentado por Camões, em Os Lusíadas, ao tratar uma pedra grande por Gigante Adamastor. É algo da natureza do pensamento infantil que apenas os artistas não abandonam em prol da lógica prática."



É preciso ainda levar em conta que a criança constrói formulações de acordo com suas possibilidades cognitivas. Os conhecimentos científicos - complexos e abstratos que requerem um raciocínio hipotético-dedutivo - ainda são inacessíveis aos pequenos. Mas é na Educação Infantil que eles começam um percurso de aprendizagem e desenvolvimento que os tornará capazes de operá-los melhor.



O bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934) diferenciou os dois tipos de conceito que convivem na compreensão da criança pequena sobre o mundo que a cerca: os científicos (assimilados na instrução formal) e os cotidianos (obtidos no convívio prático).



O pensador desenvolve sua teoria com base na ideia de que os primeiros saberes da criança sobre o mundo vão se sofisticando ou perdendo espaço para outros, mais próximos dos conhecimentos científicos. "Primeiro, ela conhece o cachorro da casa dela. Em seguida, vai entendendo que aquele cachorro é um ser vivo, para depois assimilar que pertence à espécie dos canídeos e também é um mamífero", explica Teresa Cristina Rego, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e especialista nas obras de Vygotsky.



As formulações criadas pelos pequenos nos primeiros anos de vida também estão ligadas a situações e elementos proporcionados pelo meio em que vivem. Ao ver uma foto de uma nebulosa (corpo celeste gasoso e nevoento), uma menina de 4 anos define: "É uma nave alienígena" - algo que dificilmente seria dito por uma criança de uma comunidade indígena isolada. A linguagem, portanto, é apenas uma das condições para o pensamento abstrato, que ajudaria a moldar esse olhar da criança e a sua forma de construir formulações.



Se a cultura influencia a observação e a explicação de fenômenos, também não se pode retirar da criança o papel principal do desenvolvimento de seu próprio pensamento. "Ela não se contenta em repetir o que é dado culturalmente. É ativa e produz em cima disso", argumenta Monique Deheinzelin, assessora da Escola Comunitária de Campinas, a 100 quilômetros de São Paulo.



Nessa construção, no entanto, alguns cuidados precisam ser tomados. Embora a explicação pessoal para os fenômenos naturais tenha grande importância no desenvolvimento infantil, cabe à escola aproximar os pequenos dos conhecimentos científicos. E isso vai se dando aos poucos. A criança pode até saber que está de noite porque os raios do Sol não batem aqui, em uma explicação que faria acelerar o coração de qualquer docente da pré-escola.



Na mesma conversa, no entanto, ela pode dizer que anoitece quando o Sol está escondido atrás das nuvens (leia a frase acima). Como analisa Zilma de Moraes Oliveira, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Ciências Sociais e Letras da USP, em Ribeirão Preto, a 315 quilômetros de São Paulo, o docente não deve nem ignorar o raciocínio infantil nem impor a teoria adulta. "O educador deve criar um ambiente de escuta. É uma atitude de inclusão da criança em um ambiente de reflexão", diz. "Compreendendo a linha de pensamento dos pequenos, o docente localiza pontos para intervir", afirma.



Quer saber mais?



CONTATOS

Heloysa Dantas

Teresa Cristina Rego

Zilma de Moraes Ramos de Oliveira



BIBLIOGRAFIA

As Origens do Pensamento na Criança, Henri Wallon, 540 págs., Ed. Manole, tel. (11) 4196-6000 (edição esgotada)

Henri Wallon: uma Concepção Dialética do Desenvolvimento Infantil, Izabel Galvão, 136 págs., Ed. Vozes, tel. (24) 2233-9000, 21,20 reais

Vygotsky - Uma Perspectiva Histórico-Cultural da Educação, Teresa Cristina Rego, 140 págs., Ed. Vozes, 21,20 reais

Pensamento e Linguagem, Lev Vygotsky, 216 págs., Ed. Martins Fontes, tel. (11) 3082-8042, 38,

1 de abril de 2011

Música na educação- As cirandas

As cirandas são um tipo de canção popular, que está diretamente relacionada com a brincadeira de roda.
A prática é comum em todo o Brasil e faz parte do folclore brasileiro. As crianças dão as mãos e cantam.
São músicas com características próprias, como melodia e ritmo que depende da cultura local, letras de fácil compreensão, temas referentes à realidade da criança ou ao seu universo imaginário e geralmente com coreografias e geralmente têm caráter folclórico.
As cirandas estão um pouco esquecidas devido o avanço tecnológico, ou seja, as crianças estão envolvidas muito mais em jogos de vídeo game, computador, TV e quase nunca se encontram para realmente brincar, movimentar-se e interagirem.

A utilização destas musicas na educação, principalmente a infantil traz inúmeros benefícios para a criança. Além de ser uma letra simples de memorizar, é recheada de rimas, repetições e trocadilhos, o que faz da música uma brincadeira. Muitas vezes fala da vida dos animais, usando episódios fictícios, que comparam a realidade humana com a realidade daquela espécie, fazendo com que a atenção da criança fique presa à história contada pela música, o que estimula sua imaginação e memória. São os casos das músicas “A barata diz que tem”, “Peixe vivo” e “Sapo Jururu”.

Não posso deixar de destacar as cantigas que falam de violência ou de medo. Apesar de esse ser um tema da realidade da criança, em algumas cantigas ele parece ser um estímulo à violência ou ao medo. Atualmente algumas canções vêm sendo alteradas por pessoas mais preocupadas com a influência das músicas na mente infantil.

As cantigas de roda, são de autoria anônima, e são continuamente modificadas, adaptando-se à realidade do grupo de pessoas que as canta. São também criadas novas cantigas naturalmente em qualquer grupo social.

31 de março de 2011

Falando de música na sala de aula

Existem alguns trabalhos de pesquisa que dizem respeito aos benefícios da música na educação. Sentimos falta de sites que tragam letras de músicas , além de ser notável que dependendo da cultura e do momento essas músicas , sofrem modificações na letra apesar de manter-se o ritmo.
Encontrei um conto falando sobre música que achei legal levar para a sala de aula;
Compartilho com vocês e logo em seguida postarei algumas letras de músicas comuns em sala de aula.

O Coral


Autor: Alberto Grimm[1]
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Minha mãe me explicou direitinho o que significavam os vários tipos de sons. Ela disse que os sons das vozes podem ser graves ou agudas. Grave é o som mais alto, o mais forte, o mais grosso. O agudo é o som mais fino, mais baixo. Assim, uma voz fininha como a minha é aguda; uma voz como a dela, que é mais grossa, é grave. Depois ela complicou tudo quando disse, que Tenor é o cantor de voz fina, ou aguda, e que Baixo é o cantor de voz mais alta, ou grave. Preferi ficar com a primeira explicação, pois essa eu entendi bem.

Em nossa escola, aprendemos a cantar toda manhã, e antes mesmo de qualquer atividade, logo nos reunimos para cantar. Para falar a verdade, adoro cantar, também gosto de observar meus amiguinhos cantando. Fico prestando a atenção para ver que tipo de voz eles possuem. Percebo que às vezes muda muito. Ora é grave, ora é agudo, ou ambos; nunca é uma coisa só.



Mas a minha voz é sempre fininha, é uma coisa só. Perguntei para ela, por que cantar é tão bom, e ela me respondeu que, cantar é melhor que chorar. Perguntei se ela chorava e ela disse que não, simplesmente porque cantava. Fiquei pensando um pouco naquilo, e vi que era assim mesmo.

Lembro de um dia que estava sem vontade de cantar, e logo senti vontade de chorar. Será que cantar é o contrário de chorar? Talvez seja por isso que na porta da escola tem uma placa onde está escrito: "QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA".

Outro dia, no pátio de um supermercado, vi uma menina chorando. Perguntei a minha mãe porque ela estava chorando, se era porque não sabia cantar. Minha mãe disse que não; que ela chorava porque sua natureza era diferente da nossa. Disse que ela possuía uma natureza complexa, e que desde cedo aprendiam logo a serem infelizes. Por isso mesmo nunca se contentavam com aquilo que já possuíam, com aquilo que a natureza mãe lhes deu. Assim, criavam muitas necessidades, tinham muitos desejos, e ela estava chorando exatamente porque um dos seus desejos não fora realizado. Perguntei se aquela mulher de cara brava, ao seu lado era a mãe dela, e minha mãe disse que sim. A menina olhou para nós e por um instante ficou quieta. Depois saímos de lá, sem saber o resultado final.

No dia seguinte, contei para minha professora aquele fato. Ela então nos falou sobre os estranhos, sobre como são perigosos, sobre como não devemos confiar neles. Então nos contou a história de um cantor famoso, que gostava de ensinar as crianças a arte do canto. Perguntei se aquilo não era uma lenda, pois lá em casa também ouvira falar dele, só que meus pais nada mais acrescentaram. Ela disse que não era lenda, tudo acontecera de verdade, que ele realmente existira. E contou sua história.

Ele criou os corais. Sua voz era incomparável, e era ainda capaz de cantar em todos os tons. Criava músicas de improviso. Como ele ninguém fazia igual, e nem por isso era vaidoso. Não gostava de competir nos torneios da comunidade, pois dizia que isso dividia os indivíduos, criava desunião, tirava a espontaneidade de ser de cada um. Nunca competiu e defendia que isso era a causa do todo desentendimento que existe nos relacionamentos.

E explicou, se alguém tinha ciúmes dos feitos do outro, logo queria competir, ou para se igualar, ou para superar. Mas no final, quem saia ganhando se a competição sempre continuava? E ele dizia: "Se alguém ganha, quer ganhar sempre. Assim, a alegria do prêmio logo se transforma em inquietação, pois estará sempre preocupado em não perder".

E ele ensinava pessoalmente o canto às crianças. Gostava de fazer isso de forma voluntária, mas ressaltava que não estava a mando de ninguém. Fazia isso porque era sua vocação. Fazia porque dizia que ensinar alguém a ser livre, a não depender de favores nem dos opressores, era a verdadeira felicidade a ser conquistada. Nunca se preocupou em escrever nada sobre o que ensinava, pois dizia que a aqueles aos quais ensinava, o que aprendiam já ficava escrito em suas almas, em seus espíritos, e isso lhes bastaria.

Terminada a história fomos cantar mais uma vez, antes de voltar para casa. Nesse dia fiquei pensando naquele cantor da história. Quando fui dormir, de repente me lembrei da história de outro cantor famoso, este bem vaidoso, que inventara um ritmo diferente, onde se cantava do fim para o começo. Era engraçado como cantava, e todos riam muito com as caretas que fazia, quando se engasgava com alguma palavra. Minha mãe disse que suas músicas era de duplo sentido; quer dizer, parecem dizer uma coisa, mas é outra coisa o que realmente significa. Mas, aqueles que o ouvem sabem bem o que significam suas palavras, por isso o adoram.

Então, um dia, quando estávamos na hora do recreio, fiquei sabendo que ele estava visitando a nossa escola. Foi uma correria, pois todos queriam conhecê-lo pessoalmente. Não parecia ser arrogante como disseram, na verdade era muito simples, e logo as crianças gostaram do seu jeito brincalhão. Então antes de começar a falar ele cantou um pouco. E disse antes de começar: "Vou cantar de modo normal, mas apenas para vocês". Não compreendi bem o que queria dizer com modo normal, mas depois entendi tudo. E foi maravilhoso seu canto, o mais extraordinário que jamais havia presenciado, e todos por igual, ficaram extasiados com tão bela voz.

Era um dia especial, pois ele ia fazer uma palestra para todos na escola. Então, ficamos sabendo que ele fora um dos alunos mais aplicados do cantor que se tornara uma lenda viva. E foi justamente falando sobre seu mestre, que ele iniciou a palestra. E ele falou para todos.

"Não devemos nos enganar, pois a vaidade pessoal de um pássaro é nosso mal maior. Nosso mestre não era um pássaro vaidoso, mas era ingênuo, e por isso pago u o preço. Ao exibir seu canto, logo chamou a atenção dos humanos, e estes o capturaram para ter apenas para si seu maravilhoso canto. Ele, claro, nunca mais foi capaz de cantar outra vez. Por isso, publicamente, canto de trás para frente, um canto horrível para o ser humano egoísta que deseja nos capturar; logo nunca serei desejado. Por isso aprendam. Basta saber que sabemos; é tolice exibir nosso saber publicamente em busca de glórias, pois a glória que buscamos pode ser simplesmente o meio de promover outros, ou trazer para nós o infortúnio."



Autor: Alberto Grimm
email: alberto.grimm@gmail.com

http://sitededicas.uol.com.br/conto_r10.htm

7 de agosto de 2010

vídeos de músicas infantis
































Vídeos com alfabeto






Alfabetização

Método fônico (ou sintético)

O lingüista americano Bloomfield, propositor do módulo fônico desse método, defende que a aquisição da linguagem é um processo mecânico, ou seja, a criança será sempre estimulada a repetir os sons que absorve do ambiente. Assim, a linguagem seria a formação do hábito de imitar um modelo sonoro. Os usos e funções da linguagem, neste caso, são descartados por se tratarem de elementos não observáveis pelos métodos utilizados por essa teoria, dando-se importância à forma e não ao significado.

No tocante à aquisição da linguagem escrita, a fônica é o intuito de fazer com que a criança internalize padrões regulares de correspondência entre som e soletração, por meio da leitura de palavras das quais ela, inconscientemente, inferir as correspondências soletração/som.

De acordo com esse pensamento, o significado não entraria na vida da criança antes que ela dominasse a relação, já descrita, entre fonema e grafema. Nesse caso, a escrita serviria apenas para representar graficamente a fala. Assim, a função seria precedida pela forma; os ditames viriam dos autores das cartilhas, como se esses fossem os detentores do significado, sobrepondo-se ao leitor; o texto serviria somente para ser destrinchado, absorvendo aquele significado cristalizado contido nele; e o erro visto com elevada severidade.

Com relação à prática, observa-se que os mestres decidem como e quando as crianças devem aprender; ensina-se de padrões regulares, considerados mais fáceis, passando para os irregulares, considerados mais difíceis; supõe-se que a criança deva dominar o modo correto, levando-se em consideração a variedade lingüística; a criança deve ter pré-requisitos muito bem estabelecidos para ser considerada apta à língua escrita.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o#M.C3.A9todo_f.C3.B4nico_.28ou_sint.C3.A9tico.29


Link para leitura
Alfabetização...


http://books.google.com.br/books?id=CTfMgvQ529UC&printsec=frontcover&dq=alfabetiza%C3%A7%C3%A3o+f%C3%B4nica&hl=pt-BR&ei=1N1dTMKxPMP68AbR-KyzDQ&sa=X&oi=book_result&ct=book-preview-link&resnum=1&ved=0CDUQuwUwAA#v=onepage&q&f=false


Sequência didática –sistema fônico


Aula 1



1- Professora mostra a letra e pronuncia o som da mesma:

--“Vamos conhecer o som da letra. Repitam comigo:A. Agora você.......Agora você...



2- Dar exemplos de coisas, conhecidas das crianças, que iniciam com o som “a”. Pedir que repitam as palavras pronunciadas, desenhar no quadro ou mostrar figuras das mesmas.



3- Escrever ao lado de cada desenho o nome e destacar a letra “a”.



4- Escrever as diferentes formas que esta letra pode ser representada. Maiúscula, minúscula, de máquina e manuscrita.



5- Escrever o nome dos alunos e analisar se existe o som trabalhado nele. Destacar.



6- Vamos ler um texto sobre esta letra. A professora lê o texto podendo escrevê-lo no quadro ou dar uma folha com o texto digitado. (obs: explicar o que significa cada palavra nova apresentada)



A

Ela está no astronauta

a nas asa do avião.

Na andorinha, na arara,

na amizade e no azulão.



Pintar as figuras da folha apresentada destacando a letra A.



Aula 2



1- Recordar o som A trabalhado na aula anterior;(auditivo, visual e falado)

Mostrar a forma manuscrita e gráfica.



2- Oferecer uma folha com a letra A e várias figuras (sem os nomes) onde os alunos irão apontar, circular e pintar as que iniciam com o som trabalhado.

Sugestão de figuras: Amendoim, alfinete, agulha, alho, abajur, arara, avião, gravata, sapato, fósforo.



3- Após esta atividade feita a professora escreve o nome destas figuras e o aluno aponta e destaca a letra no início da palavra com uma cor e no meio e no final com outra cor.



4- Apresentar uma folha com figuras e seus respectivos nomes onde falta a letra “a”.

Pedir aos alunos que completem as palavras com a letra A (caixa alta).



Aula 3

1- Representar a letra no quadro em manuscrito;



2- Representar a letra em tamanho aumentado para que cada aluno possa experimentar o movimento correto da letra;



3- Solicitar que os alunos, individualmente, vão até a lousa e escrevam a letra com giz; (trabalho 100% acompanhado pela professora e observado pelos colegas)



4- Distribuir uma folha com a letra “a” em manuscrito .Fazer o movimento da letra na folha dada; (com cola, tinta, colagem, etc)



5- Em folha branca treinar o movimento da letra livremente;



6- Cantar a música da D. Aranha. Distribuir uma folha com letra em manuscrito e pedir que circulem as letras “a” encontradas. Colorir as figuras.



7- Estar sempre com os seus nomes à vista para que estejam em contato com as letras de seus nomes;



Aula 4



1- Distribuir folha com vários nomes escritos e pedir que pintem somente os que iniciam com o som “a”;

2- Sugestão de música e brincadeiras para desenvolver a percepção auditiva:

- O sapo não lava o pé; ( cantar trocando as vogais)

- Repetir palavras trocando as vogais,

- Completar frases com palavras que terminem com som parecido;



3- Apresentar a vogal escrita em tarja;



4- Desenhar a tarja no quadro e solicitar que cada um venha escrever a letra com o movimento correto;



5- Após a criança escrever no quadro dar a ela o seu caderno de tarja com a lição já preparada para que ela escreva; (elaborar atividades de escrita e de percepção visual e auditiva)





Dicas:

• Executar o mesmo processo para as demais vogais;

• É importante criar uma rotina e um ritmo para o desenvolvimento das atividades;

• Não esquecer de associação grafema/fonema;

• Solicitar aos alunos o apontamento do está sendo trabalhado em momentos fora das aulas de alfabetização para que o aluno fora do contexto de sala aprimore sua aprendizagem.



FONTE: ALFABETIZAÇÃO FÔNICA

FERNANDO CAPOVILLA


30 de julho de 2010

O Professor Está Sempre Errado

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

(Jô Soares)
É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um 'caxias'.

Precisa faltar, é um 'turista'.

Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica..

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.

Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.

O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.

(fonte - Revista do Professor de Matemática, no.36,1998.)

Um defeito namulher

UM DEFEITO NA MULHER
Quando Deus fez a mulher já estava em seu sexto dia de trabalho fazendo horas extras.
Um anjo apareceu e Lhe disse: 'Por quê leva tanto tempo nisto?'

E o Senhor respondeu: 'Já viu a minha ficha de especificações para ela?'
Deve ser completamente lavável, mas sem ser de plástico, ter mais de 200 peças móveis e ser capaz de funcionar com uma dieta de qualquer coisa, até sobras, ter um colo que possa acomodar quatro crianças ao mesmo tempo, ter um beijo que possa curar desde um joelho arranhado até um coração partido e fará tudo isto somente com duas mãos.'
O anjo se maravilhou com as especificações.

'somente duas mãos....Impossível!'

e este é somente o modelo básico?

É muito trabalho para um dia...Espere até amanhã para terminá-la.'
Isso não, protestou o Senhor. Estou tão perto de terminar esta criação que é favorita de Meu próprio coração.
Ela se cura sozinha quando está doente e
pode trabalhar jornadas de 18 horas.' O anjo se aproximou mais e tocou a mulher.

'Mas o Senhor a fez tão suave...'
'É suave', disse Deus, mas a fiz também forte. Você não tem idéia do que pode agüentar ou conseguir.
'Será capaz de pensar?' perguntou o anjo.
Deus respondeu:
'Não somente será capaz de pensar mas também que raciocinar e de negociar'
O anjo então notou algo e estendendo a mão tocou a bochecha da mulher....
'Senhor, parece que este modelo tem um vazamento...
Eu Lhe disse que estava colocando muita coisa nela...'
'Isso não é nenhum vazamento... é uma lágrima' corrigindo-o o Senhor..
'Para que serve a lágrima,' perguntou o anjo.
E Deus disse:
'As lágrimas são sua maneira de expressar seu destino, sua pena, seu desengano, seu
amor, sua solidão, seu sofrimento, e seu orgulho.'
Isto impressionou muito ao anjo 'O Senhor é um gênio, pensou em tudo. A mulher é
verdadeiramente maravilhosa'

Sim é!
A mulher tem forças que maravilham aos homens.
Agüentam dificuldades, levam grandes cargas,
mas têm felicidade, amor e alegria.
Sorriem quando querem gritar.
Cantam quando querem chorar. choram quando
estão felizes e riem quando estão nervosas.


Lutam pelo que crêem.
Enfrentam à injustiça
Não aceitam 'não' como resposta quando elas crêem que há uma solução melhor.
Privam-se para que a sua família possa ter.
Vão ao médico com uma amiga que tem medo de ir.
Amam incondicionalmente.
Choram quando seus filhos triunfam e se alegram
quando seus amigos ganham prêmios..
Ficam felizes quando ouvem sobre um
nascimento ou um casamento.
Seu coração se parte quando morre uma amiga.

Sofrem com a perda de um ente querido, entretanto são fortes quando pensam que já não há mais forças.
Sabem que um beijo e um abraço podem ajudar a curar um coração partido.

Entretanto, há um defeito na mulher: É que ela se esquece o quanto vale.

Envie esta mensagem à suas amigas para lembrá-las o quanto elas são maravilhosas... também aos homens que você conhece, porque às vezes eles necessitam ser lembrados disso.

Super interessantes

Olá, amigos, hoje recebi um e-mail no mínimo interessante e resolvi compartilhar aqui com vcs...



Vá até o fim e leia o que esta escrito


Nao me importo se você lambe as janelas, ande num ônibus especial ou então, ocasionalmente voce se comporta como um louco...



Mas aguente, porque você é especial


A cada 60 segundos que você passa com raiva, contrariado ou louco, equivale a um minuto de felicidade que você perde.

A mensagem de hoje é:







A vida é curta, quebre as regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame verdadeiramente, ria sem controle


E nunca se arrependa de coisa alguma que te faz sorrir.
A vida pode não ser uma festa que sempre esperávamos, mas enquanto estamos aqui devemos dançar.





Agora este é para rir...

BONECA DE CROCHÊ






Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.


Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.


Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.


Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.


Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.


Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.


Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.


Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.


Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;


- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.


O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'


- Querida!!! - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?


- Ah!!! - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas, só sobrou duas.






















ORAÇÃO










Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, eu bato nele até matar, pois EU NÃO SEI FAZER CROCHÊ...
Amém!



































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